Sobre a Cidade

SOBRE A CIDADE

Tendo como centro de origem a região do Mar Cáspio, há milhões de anos atrás, a videira encontra-se entre as mais antigas plantas cultivadas pelo homem, que desde os primórdios de sua existência já se alimentava dos seus frutos (Alvarenga et al., 1998).

A história da uva em Jundiaí é bastante antiga. Em 1669, quando a cidade era apenas um povoado, o cartório do 1º Ofício já registrava a venda de vinho de uva produzida em nossas terras.

Mas foi somente no final do século XIX que a produção se ampliou, com a chegada da variedade da Uva Isabel trazida pelos imigrantes italianos.

"Uva

Entretanto, a cidade ganharia destaque na produção a partir de um importante ocorrido no ano de 1933, quando, a partir de uma mutação genética somática espontânea, em meio a produção da Niagara Branca, de origem americana, surgiu a variedade rosada, na região do Traviú.

Essa mutação espontânea chamou a atenção dos produtores e também do consumidor: a Niagara Rosada passou a ser conhecida nacionalmente e Jundiaí, por ser o berço desta variedade, passou a ser nacionalmente conhecida como a Terra da Uva, o que se consolidou em 1934 com a realização da primeira Festa da Uva, que trouxe para a cidade mais de 100 mil visitantes.

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1a. Festa da Uva ? 1934

A Uva em Jundiaí Hoje

Jundiaí possui, atualmente, 1535 propriedades agrícolas, que representam 52% do território da cidade. Apesar de muitos considerarem que o espaço agrícola não é mais tão representativo quanto em outrora, os números contrapõe essa afirmação. Mais da metade de Jundiaí é ainda da agricultura. E deste relevante espaço, saem as uvas que tornaram Jundiaí conhecida nacionalmente como a Terra da Uva.

Atualmente, cerca de 30% da produção de uva do estado de São Paulo provém de Jundiaí. São mais de 500 produtores e 10 milhões de pés de uva em nossa cidade.

A estimativa de safra para 2014 é de aproximadamente 27.651 toneladas.

Turistas que tenham interesse em conhecer a produção de uvas, poderão visitas as várias propriedades produtivas e, inclusive, participar o colha e pague. Delicie-se e surpreenda-se!

Localizada a pouco mais que 50 km da capital, Jundiaí é um dos municípios mais importantes do Estado de São Paulo. É uma das maiores cidades paulistas, sendo a 59° maior do Brasil, superando quatro capitais estaduais.

Com mais de 350 anos de sua fundação, a cidade, hoje com aproximadamente 374 mil habitantes (Projeção SEADE/IBGE 2011), possui mais de 700 indústrias, entre elas inúmeras multinacionais de alta tecnologia. No entanto, mesmo com todo o progresso pelo qual a antiga vila passou, a cidade não perdeu suas características de cidade do interior, sendo ainda conhecida pela produção das uvas, de frutas e pela vida rural em geral.

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Construída no local onde esteve a primeira capela, foi reformada pelo Arquiteto Ramos de Azevedo.

Com um centro urbano bastante desenvolvido, Jundiaí oferece todos os serviços considerados relevantes em uma cidade de médio porte, destacando-se por um comércio forte e bem estruturado, composto por um centro bem organizado e quatro shoppings. A cidade é considerada, atualmente, a 8ª. economia do estado de São Paulo e uma das principais do país, além de ser reconhecida como a cidade que possui um dos melhores Índices de Desenvolvimento Humano de São Paulo.

Jundiaí também é reconhecida pelas festas. A Festa da Uva, cuja primeira edição aconteceu em 1934 é famosa nacionalmente. A cidade foi berço do desenvolvimento espontâneo, por meio de uma mutação genética, da uva Niágara Rosada, a uva de mesa mais consumida no país. O calendário de eventos é ainda complementado por inúmeras outras festas e eventos como a Festa da Colonia Italiana, integrante do calendário oficial de eventos do Estado de São Paulo, a Festa Portuguesa, a Festa do Vinho Artesanal e tantas outras atividades realizadas em vários bairros da cidade, guardando assim a tradição da vivência em comunidade e um pouco do jeito caipira de viver, típico das pequenas cidades do interior.

Além das Festas, que movimentam verdadeiras multidões de participantes e turistas que vem a cidade, Jundiaí ainda destaca-se por seus inúmeros atrativos de natureza cultural, como os museus, prédios históricos e igrejas e ainda pelos atrativos naturais, em especial em função de possuir grande parte das terras da Serra do Japi, considerada patrimônio natural brasileiro e declarada pela UNESCO, em 1992, como Reserva da Biosfera, e que guarda em si, além de uma fauna e flora extremamente importante, rica e variada, a segunda maior diversidade de borboletas do planeta.

Entre suas matas e cachoeiras, trilhas ecológicas proporcionam a oportunidade de se conhecer um verdadeiro tesouro nacional e ainda aprender-se muito com relação a conservação e preservação do meio ambiente, em passeios orientados e embasados pelos princípios da educação ambiental.

"Serra

Em meio a tantas opões, os atrativos rurais recebem enorme destaque. O dia-a-dia do campo, as tradições, a culinária e as frutas frescas, colhidas direto do pé, são alguns dos atrativos cercados pela hospitalidade tão característica da roça, que podem ser vistos nos roteiros rurais de Jundiaí, que se completam pelas adegas de produção de vinho artesanal e pela cultura italiana tão presente na região, pelos causos, pelas paisagens, pelos sons e pelos aromas dos pratos feitos no fogão à lenha, dos doces, de bolos e pães fresquinhos, servidos junto ao café coado na hora.

"Vinhos

A maneira artesanal de produzir vinhos, toda a história da imigração italiana, toda a tradição das famílias que primeiro se instalaram na região de Jundiaí são alguns dos segredos que as adegas de vinho jundiaienses guardam para os visitantes e que se comportam também como importantes atrativos na cidade. Atualmente, são 16 adegas que produzem diferentes vinhos, entre eles vinhos finos, das variedades cabernet, tannat e syrac entre outras e ainda vinhos de mesa, secos e suaves, brancos, tintos e rosés, além de algumas opções de frizantes.

A gastronomia da cidade é igualmente fator de destaque. Com mais de três centenas de restaurantes das mais variadas cozinhas e tipos de serviços, a rede gastronômica jundiaiense agrada a todos os gostos.

Diversidade e qualidade fazem das inúmeras opções de restaurantes, uma viagem pelos sabores do interior, da culinária tradicional e da culinária internacional.

Restaurantes das mais diferentes nacionalidades, como italianos, alemães, japoneses, chineses, mexicanos, árabes entre outros, são complementados por restaurantes de especialidades, como as carnes nobres, picanhas, peixes, restaurantes rurais, além de bares variados, casas noturnas, restaurantes de categoria e cardápio internacional, pizzarias, churrascarias e rodízios. Opções para todos os gostos são a marca da gastronomia local.

As cantinas italianas na região do Caxambu e do Traviu, ambos bairros rurais, os restaurantes de categoria internacional, na região central da Cidade, e as incontáveis picanharias, dão o tom principal as inúmeras opções existentes.

Jundiaí é uma cidade de muitas identidades e estas identidades podem ser conhecidas pelos diferentes passeios que podem ser realizados por aqui. Das experiências gastronômicas diferenciadas, passando por seu patrimônio histórico riquíssimo, museus e ainda pela possibilidade de experenciar as belezas naturais que abraçam a cidade, na Serra do Japi, passando pelos encantadores momentos em que a cidade moderna se encontra com a vida tradicional do campo, por meio da produção das frutas e das festas mais rurais, Jundiaí vai te oferecer a oportunidade de uma viagem inesquecível!

Cultura, tradições, natureza, qualidade de vida! Uma cidade de muitas identidades preparada para mostrar para você o que tem de melhor!

Jundiaí! Surpreenda-se!

A região de Jundiaí era habitada por povos indígenas até o final do século 17. Eles se dedicavam à produção de milho e mandioca.

Parte da cultura indígena foi incorporada pelos brancos colonizadores, entre elas a técnica construtiva e a utilização de queimadas na lavoura.

Origem do nome

O nome Jundiaí tem origem tupi e vem da palavra "jundiá", que significa "bagre" e "y" significa "rio". Alguns estudiosos também consideram o termo "yundiaí" como "alagadiços de muita folhagem e galhos secos".

"Peixe
O Jundiá ? Peixe que deu origem ao nome da Cidade

Século 17

"ImagemOs primeiros colonizadores chegaram à região em 1615. Apesar das controvérsias dos historiadores, a versão mais aceita sobre a fundação do município remete à vinda de Rafael de Oliveira e Petronilha Rodrigues Antunes que, por motivações políticas, fugiram de São Paulo e refugiaram-se nos arredores, fundando a Freguesia de Nossa Senhora do Desterro, posteriormente elevada à categoria de Vila em 14 de Dezembro de 1655. Os novos colonizadores afugentaram os grupos indígenas, que se embrenharam na mata. A origem de Jundiaí está ligada diretamente ao movimento bandeirante, principal responsável pela ocupação da antiga Capitania de São Vicente.

Século 18

Ao longo dos séculos 17, 18 e início do 19, a economia da cidade se limitava a pequenas lavouras de subsistência, que abasteciam moradores da vila, tropeiros e bandeirantes. Na época, a região era formada por várias sesmarias pertencentes à Capitania de São Vicente, conhecida como "Portão do Sertão". Era o caminho de muitas entradas e bandeiras. Durante longo período, a escravidão indígena foi a base da mão-de-obra local, embora essa prática fosse proibida por lei.

Naquela época, a cidade tinha quatro ruas centrais, chamadas de Rua Direita (atualmente Barão de Jundiaí), Rua do Meio (Rua do Rosário), Rua Nova (Senador Fonseca) e Rua Boa Vista (Zacarias de Góes). As melhores casas eram de taipa e terra, enquanto os moradores mais humildes usavam o pau a pique, cobertas por sapé. A insurgente localidade possuía a Capela de Nossa Senhora do Rosário (hoje no local está o Gabinete de Leitura Rui Barbosa), o Hospício dos Beneditos e o Mosteiro de São Bento, um dos poucos monumentos sobreviventes. Naquela época, o abastecimento de água era feito de modo rudimentar, por meio de bicas públicas. Candeeiros de querosene eram responsáveis pela iluminação. Eles ficavam suspensos nas paredes, acesos no final da tarde e apagados ao raiar do sol.

Um dos pontos comerciais mais movimentados era o Largo do Rocio, que deu lugar atualmente à Praça da Bandeira. Dentre as atividades agrícolas, a cana-de-açúcar era o destaque, mas a produção era utilizada para a fabricação de aguardente.

Em meados do século 18, o número de escravos indígenas e de escravos de origem africana já era praticamente o mesmo, mas a partir da segunda metade deste século, a quantidade de africanos se intensificou, até que a mão-de-obra indígena foi totalmente abandonada. À medida que o número de africanos aumentava, também cresciam os focos de resistência. Há poucos registros históricos sobre a vida destes trabalhadores. Em 28 de Março de 1865 Jundiaí foi elevada à categoria de cidade.

Século 19

"ImagemA partir da segunda metade do século 19 a produção cafeeira ganhou força para o oeste e isso promoveu o crescimento da cidade. Junto com o café vieram a ferrovia e as indústrias. A Ferrovia Santos-Jundiaí foi inaugurada em 1867, época em que se observava a crise do escravismo e a consequente alta do preço do escravo. Neste contexto, os grandes produtores rurais passaram a buscar novos trabalhadores e teve início o amplo processo de imigração, com a participação direta do Governo Federal. Os primeiros foram os italianos, que se instalaram preferencialmente na região da Colônia, no Núcleo Barão de Jundiaí, implementado pelo então presidente da Província de São Paulo, Dr. Antônio de Queiroz Telles (Conde de Parnaíba), filho do Barão de Jundiaí. Depois, outros europeus foram instalados no comércio e na lavoura e alguns passaram rapidamente de colonos a proprietários, incrementando a atividade agrícola. A imigração estimulou o crescimento comercial e industrial e, ainda, do segmento de serviços e infra-estrutura urbana.

Enquanto isso, Jundiaí ia se destacava como uma cidade estratégica no setor ferroviário, com a instalação da Ferrovia Santos-Jundiaí (em 1867), a Cia. Paulista de Estradas de Ferro (em 1872), da Cia. Ituana (em 1873), da Cia. Itatibense (em 1890) e a Cia. Bragantina (em 1891).

Século 20

"ImagemDe acordo com censo realizado pelo Governo Federal, em 1920 Jundiaí possuía uma população de 44.437 habitantes. O abastecimento de água foi implantado em 1881. A energia elétrica chegou em 1905 e o telefone em 1916. Os imigrantes, de origem oriental, principalmente os japoneses, chegaram na cidade nas décadas de 20 e 30.

O processo de industrialização de Jundiaí acompanhou as vias de circulação. Com isso, as indústrias se concentravam nas regiões próximas à ferrovia e às margens do Rio Guapeva, atendendo principalmente os segmentos têxtil e cerâmico. Nos anos 30 e 40, ocorreu novo impulso industrial e após a inauguração da Rodovia Anhanguera, em 1948, mais empresas procuraram a cidade, aproveitando também a abertura da economia ao capital estrangeiro em 1950. Foi nesta época que vieram para o município as indústrias metalúrgicas. Por tudo isso, pode-se dizer que Jundiaí nasceu com uma forte aptidão para o trabalho e o desenvolvimento.

Com o fim do trabalho escravo no País, os grandes senhores da terra de São Paulo passaram a investir na mão de obra dos imigrantes europeus, que fugiam dos horrores da guerra. Jundiaí recebeu grande números de italianos e, para abrigar as famílias de imigrantes, foram criados na cidade, por iniciativa do presidente da Província de São Paulo, Antônio de Queiroz Telles, o Conde do Parnaíba, quatro núcleos coloniais, entre eles o "Barão de Jundiaí", que deu origem ao bairro da Colônia.

Em 1887, 22 colonos italianos chegaram ao núcleo "Barão de Jundiaí" e, em poucos meses, esse contingente chegava a quase 100 pessoas. O cotidiano não era nada fácil: chegavam ao Brasil apenas com as roupas do corpo e poucos bens, sendo que as passagens foram subsidiadas pelo Governo brasileiro. Com trabalho, as famílias italianas foram criando seus próprios meios de subsistência, cultivando terras, criando seus filhos. Muitos grupos conseguiram comprar pequenos lotes, montaram armazéns, organizaram varias culturas, principalmente de milho, feijão, arroz, batata, legumes, frutas, especialmente uva.

A Chegada dos Imigrantes Italianos no Bairro da Colônia

Onde hoje é o atual espaço da Festa della Colonia Italiana, guarda-se a história de um dos períodos mais importantes da imigração italiana em Jundiaí, como parte da memória ainda viva na lembranças dos descendentes e registrada em livros e documentos de grande valor histórico.

Núcleo Colonial Barão de Jundiaí

"ImagemImagem Núcleo Colonial Barão de Jundiaí. Depois que o imperador D.Pedro II ordenou às províncias a criação de núcleos coloniais, o então Presidente da Província de São Paulo, Antônio de Queiroz Telles - o Conde do Parnaíba - criou quatro núcleos, entre eles "Núcleo Colonial Barão de Jundiaí", em 4 de outubro de 1886, atual região do bairro da Colônia.

Os núcleos deveriam estar situados em locais que permitissem facilidades de transporte dos produtos do mercado, possuir terra fértil para receber as culturas tradicionais das províncias e boas para a pastagem, além de oferecer condições naturais para serem trabalhadas por meios mecânicos. O imigrante destinado ao Núcleo Colonial não passava pela Hospedagem do Imigrante na capital, e contava com passagem livre nas ferrovias e com abrigo no núcleo escolhido.

Companhia Paulista

Através da sua economia, o Núcleo Colonial Barão de Jundiaí relacionou-se intensamente com a cidade, ampliando seus contatos comerciais com a capital. Teve ainda disponibilidade de mão-de-obra considerável que, constantemente, era absorvida pelas ferrovias e indústrias de Jundiaí, como por exemplo a Companhia Paulista de Estradas de Ferro.

A Árvore Lendária

"Imagem"A Figueira", árvore que existiu na região central da Colônia onde hoje se localizam as cantinas, foi considerada o maior símbolo deste núcleo colonial, e tornou-se lendária ao cumprir, nos primeiros tempos, a função de "alojamento" dos imigrantes. Segundo depoimentos, as famílias permaneciam sob a figueira protegidas por panos, lençóis e barracas, enquanto esperavam a liberação de seus lotes. Citada em versos, livros, história e estórias, "a Figueira" permanece na memória da cidade, remetendo aos primeiros tempos dos imigrantes, ao seu contato com as terras novas, depois de uma viagem dura, carregada de emoções e de fatos dramáticos.

"Fazendinha"

Núcleo foi implantado numa área de 221 alqueires, denominada "Fazendinha". As estradas foram executadas seguindo as curvas de nível do terreno e na parte central urbana foram destinadas áreas para Praça, Igreja, Escola, além da área municipal.

A Ferrovia

"ImagemAtreladas do ciclo do café, a chegada da ferrovia e a urbanização impulsionaram Jundiaí ao desenvolvimento industrial. A Estação Ferroviária de Jundiaí foi inaugurada após sete anos de obra, em 1867. Denominada de São Paulo Railway, ela ligava a cidade portuária de Santos a São Paulo e Jundiaí.

Foi também nessa época que o imigrantes - a maioria de italianos - começaram a chegar na cidade e fincar suas raízes.

Jundiaí era última estação da estrada de ferro de Santos. Em 1872, foi inaugurado o trecho da Companhia Paulista.

Em julho de 2005, a administração assinou uma carta de intenção para restauro e adequação da estação, que deverá ocorrer numa parceria entre a Secretaria de Transportes Metropolitanos e a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM).

Para preservar a memória das estradas de ferro paulistas, foi criado, em 1979, o Museu Ferroviário, localizado na Avenida União dos Ferroviários, e que recebe o nome de "Barão de Mauá", uma homenagem ao pioneiro do transporte ferroviário nacional, Irineu Evangelista de Souza. O acervo reúne livros, revistas, periódicos e muitas fotos históricas, bem como documentos relevantes da ferrovia. A visitação é aberta ao público em geral.

As Grandes Festas

"ImagemCom grande vocação agrícola, Jundiaí se despontou no cenário nacional com a produção de uvas de mesa, especialmente a niágara rosada. E para estimular ainda mais os produtores, foi criada a Festa da Uva em 1934, idealizada por Antenor Soares Gandra, com o apoio da Associação Agrícola de Jundiaí e Prefeitura. O evento foi centralizado no já extinto Mercado Municipal e marcou o Município. A festa continuou a ser realizada e com periodicidade de três anos, sendo que, em alguns períodos, o evento foi realizado de maneira mais espaçada. A partir de 1964, o evento passou a ser realizado ano sim, ano não, sempre em anos pares, alternando com a Festa do Morango. O local é o Parque Comendador Antonio Carbonari, mas conhecido como Parque da Uva.

A primeira Festa do Morango foi realizada em 1965, no bairro do Poste. Depois com o crescimento da participação dos agricultores e do publico, o evento foi transferido para o Parque Comendador Antonio Carbonari, onde permanece até hoje. A festa acontece nos anos impares intercalando com a Festa da Uva.

Jundiaí Hoje

Aos poucos, tanto os imigrantes como seus descendentes foram se integrando à comunidade jundiaiense. Hoje, mais de 75% da população de Jundiaí é descendente de imigrantes italianos, que constituem uma das maiores colônias em todo o Brasil.

Na primeira metade do século 20, Jundiaí descobriu a sua vocação industrial, que perdura até hoje, pois a cidade possui um dos maiores parques industriais da América Latina.

Jundiaí destaca-se, atualmente, no desenvolvimento das áreas cultural, educacional, tecnológica e ambiental. A indústria do lazer também aquece a economia da cidade, com a instalação de parques temáticos que atraem turistas e geram empregos.

O aniversário da cidade é comemorado em 14 de dezembro.

A Bandeira

"BandeiraA Bandeira de Jundiaí foi concebida por Diógenes Duarte Paes e adotada oficialmente em 9 de maio de 1961, através da lei 904. A faixa de cor azul representa o Rio Jundiaí, o vermelho, verde e o branco são referências aos imigrantes italianos e a data é da fundação e elevação à vila. O campo verde representa o "Mato Grosso de Jundiaí" e a viticultura da região. As referências à indústria aparecem na roda dentada e, por fim, o Baluarte, no canto esquerdo, representa a idéia da "porta do sertão".

O Brasão

"BrasãoO brasão de Jundiaí apresenta versão resultante dos estudos realizados pelo Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo. O autor é Afonso d´Escragnolle Taunay e a versão representa a cidade como "porta do sertão", que o próprio Taunay afirmava ser "guardiã avançada dos civilizados". Ao lado, as figuras de um bandeirante (à esquerda) e de um oficial de milícias (à direita). A primeira imagem reitera e institui, simultaneamente, o mito do herói bandeirante. A presença de um oficial com trajes militares indica a força da origem européia, particularmente a portuguesa.

A frase em latim "etiam per me Brasilia magna" significa "também por mim o Brasil é grande". Os peixes que ocupam o rio explicam o nome da cidade, são os jundiás, espécie de bagre, que foram abundantes nas águas da região. A exaltação da natureza pode ser encontrada na referência às matas e na imagem folclorizada do índio que se encontra em meio a ela. A roda dentada se refere ao processo de industrialização e as parreiras de uva e ramos de café à agricultura da cidade. Quanto às datas, indicam a fundação (1615) e a elevação à categoria de Vila (1655).

Foi em 28 de março de 1865 que a cidade emancipou-se à categoria de município.

Avenida da Liberdade, s/nº
Jardim Botânico - CEP 13214-900
Fone: (11) 4589-8400

"Paço

A ouvidoria de Jundiaí é o canal de comunicação entre o cidadão e a Administração Pública, que tem por objetivo receber denúncias e reclamações relacionadas a atos contrários ao interesse público, praticados por funcionários e servidores públicos, bem como sugestões que visem o aprimoramento dos serviços prestados pela Administração. O ouvidor do município é o Sr. Eginaldo Honório.

A ouvidoria funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h.

O cidadão poderá entrar em contato com a ouvidoria pelo telefone 0800-7711157, pelo email [email protected], pelo fax (11) 4589-8454 ou pessoalmente, no Paço Municipal, térreo, ala norte.

As reclamações e sugestões devem ser encaminhadas com nome completo, endereço e telefone do cidadão. Denúncias ou reclamações que envolvam conduta de funcionários somente serão recebidas pessoalmente.

Caso o cidadão sinta-se constrangido em ter seus dados divulgados, a ouvidoria do município, conforme o caso, poderá mantê-los sob sigilo.

Solicitações e Informações: 156

Ouvidoria: 0800-7711157

Guarda Municipal: 153

DAE: 4589-1300 ou 0800-133155

Defesa Civil: 4589-0666 ou 199

Plantão Imprensa PMJ: 99311-9713

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TEL. (11) 4581-5522 - Fax: (11) 4582-7530

Pista

Dimensões (m): 1.400 pé de serra na 18 é 1600 x 30

Dimensões (m): Acesso à cabeceira 18-lado pátio-PRB: 794x10,50

Acesso à cabeceira 36 - PRC: 726x10,50

Acesso à cabeceira 18 - lado TAM - PRD: 281x10,50

Acesso à cabeceira 36 - lado aeroclube - PRE: 303x10,50

Tipo de Piso: asfalto

Distância da cabeceira mais próxima (m): 726

15 de agosto – Nossa Senhora do Desterro

14 de dezembro – Aniversário de Jundiaí